Sobre a visita
1ª do Estado do RJ
Terras tituladas
A visita guiada à comunidade quilombola do Campinho da Independência apresenta a história dos descendentes de escravos, sua luta e resistência até o reconhecimento legal, sendo a primeira comunidade do estado do Rio de Janeiro a ter suas terras tituladas.
Neste passeio entraremos em contato com as famílias que mantêm a sua cultura viva através dos costumes, da arquitetura, da arte e gastronomia, além de aproveitar um contato direto com a abundante natureza.
Uma experiência que transcende o turismo: é um encontro com a memória, com a resistência e com o presente vibrante de uma comunidade que soube preservar sua identidade através de séculos.
Marco Histórico
1ª comunidade quilombola do RJ com terras tituladas
Reconhecimento oficial que garante território, identidade e continuidade de uma cultura ancestral na Costa Verde fluminense.
História e resistência
A saga dos descendentes de escravos da Costa Verde, da escravidão ao reconhecimento legal.
A comunidade do Campinho da Independência é um dos capítulos mais significativos da história afro-brasileira no estado do Rio de Janeiro. Seus moradores são descendentes diretos de africanos escravizados que, ao longo de gerações, resistiram, preservaram seus saberes e construíram uma identidade coletiva enraizada na terra.
O reconhecimento legal como comunidade quilombola e a titulação de suas terras foram conquistas que coroaram décadas de luta. Hoje, o Campinho é referência nacional em organização comunitária, educação patrimonial e turismo de base comunitária.
Os griôs — mestres e mestras da tradição oral — são guardiões dessa memória, transmitindo aos mais jovens e aos visitantes as histórias, canções e saberes que sustentam a identidade quilombola.
Uma cultura viva
Costumes, arquitetura, arte e natureza em perfeita integração.
Arquitetura tradicional
Casas preservadas que refletem os modos de construir e habitar herdados dos antepassados, integrando-se harmoniosamente à paisagem natural da Costa Verde.
Contação de histórias
Os griôs preservam a tradição oral quilombola — uma forma lúdica, original e profunda de transmitir memória, valores e saberes às novas gerações.
Sistema agroflorestal
Nas roças da comunidade, os descendentes mantêm um modo de cultivo tradicional que integra alimentos, ervas medicinais e respeito à floresta.
Costumes e tradições
Músicas, danças, rituais e celebrações que mantêm viva a conexão com as raízes africanas e com a história única da comunidade.
Gastronomia quilombola
Sabores ancestrais cultivados em sistema agroflorestal e preparados com afeto.
Culinária rica e original
Graças ao sistema agroflorestal de cultivo apresentado pelos locais nas roças da comunidade, os descendentes mantêm sua culinária rica e original. Ingredientes frescos, colhidos na própria terra, se transformam em pratos que preservam receitas e memórias centenárias.
Banana da terra
Cozida, tradicional
Paçoca de banana
Receita ancestral
Café da cana
Bebida típica
Biju
Derivado da mandioca
Suco de açaí
Natural e puro
Pupunha
Fruto da floresta
Caldo de cana
Fresco e adoçado
Bolo de milho
Receita da roça
Saberes tradicionais
Técnicas ancestrais que continuam vivas nas mãos da comunidade.
Casa de Farinha
Descobrimos o método utilizado no beneficiamento desse alimento fundamental na vida dos quilombolas. Da mandioca bruta à farinha dourada, cada etapa carrega séculos de saber transmitido entre gerações.
Técnica ancestral
Patrimônio vivo
Casa de Artesanato
As tramas e voltas das palhas, madeiras, cipós e cordas manuseadas pelos artesãos da comunidade ganham formas e vida. Cada peça é uma narrativa material da cultura quilombola, feita com elementos da floresta.
Matéria-prima natural
Feito à mão
Qual público?
Passeio para toda a família
O passeio é ideal para todas as idades. Inclui deslocamento por ambiente natural em trilhas curtas e arborizadas, subidas e descidas em rua de paralelepípedo, mas não exige experiência em caminhada por trilhas.
Atenção: Atividade não recomendada para pessoas com problemas de saúde ou dificuldade de locomoção devido a subidas, descidas e terrenos irregulares.
O que levar
Prepare-se para uma imersão confortável e respeitosa na comunidade.
Checklist essencial
Use sandália, sapato ou tênis confortável. Carregue os seguintes pertences numa bolsa ou mochila resistente:
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Garrafa de 1 litro de água
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Lanche (opcional)
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Boné ou chapéu
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Protetor solar e repelente
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Capa de chuva e agasalho
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Máquina fotográfica
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Medicamentos pessoais
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RG/CPF e plano de saúde
Galeria da Comunidade
Momentos registrados em nossas visitas. Clique para ampliar.
Casa do artesanato
Casa da Farinha
Contação de histórias
Riqueza cultural